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45,5% dos alunos que precisam de atendimento especial não contam com esse recurso na escola

A inclusão escolar no Brasil avançou no acesso, mas ainda enfrenta um desafio estrutural importante: a falta de profissionais qualificados para sustentar a inclusão no cotidiano escolar.


De acordo com dados do Instituto Pensi, 45,5% dos alunos que precisam de atendimento especial estão matriculados em escolas que não oferecem esse recurso.


Esse número revela um problema que vai além da matrícula: a inclusão, quando não é acompanhada de estrutura e formação adequada, tende a se fragilizar.


Inclusão não se resume à presença em sala de aula


Estar matriculado em uma escola regular não garante, por si só, aprendizagem, participação e desenvolvimento.


Sem apoio adequado, muitos estudantes com deficiência ou TEA enfrentam barreiras pedagógicas, sociais e funcionais que comprometem seu percurso escolar.


Nesse cenário, surgem dois papéis fundamentais para a efetivação da inclusão:

  • Acompanhante Escolar (AE)

  • Profissional de Apoio Escolar (PAE)


Quando bem definidos e corretamente formados, esses profissionais contribuem diretamente para a permanência, a participação e a aprendizagem dos estudantes.


Qual a diferença entre AE e PAE na prática escolar?


O Acompanhante Escolar (AE) atua no apoio ao processo de aprendizagem, auxiliando na mediação pedagógica, na adaptação de estratégias e na construção da autonomia do aluno, sempre em articulação com a escola e com o Plano Educacional Individualizado (PEI).


Já o Profissional de Apoio Escolar (PAE) oferece suporte funcional e de cuidado, conforme previsto em lei, garantindo acesso, segurança e participação do aluno no ambiente escolar — sem substituir o professor ou realizar intervenções pedagógicas.


Quando essas funções não estão claras ou não são bem formadas, surgem problemas recorrentes:

  • sobrecarga de professores

  • atuações improvisadas

  • conflitos de função

  • fragilização do processo inclusivo


Por que a formação é o ponto central da inclusão?


A presença de AE e PAE, sem formação adequada, não resolve o problema — e pode até ampliá-lo.É a formação técnica, ética e legal que diferencia uma atuação estruturada de uma solução paliativa.


Formações qualificadas permitem:

  • clareza de função e limites de atuação

  • alinhamento com a legislação vigente

  • integração com o projeto pedagógico da escola

  • maior segurança para a gestão escolar

  • melhores resultados para os estudantes


Em outras palavras, a formação transforma a inclusão em política institucional, e não em responsabilidade isolada de um único profissional.


Novas formações em AE e PAE: uma resposta à realidade das escolas


Diante desse cenário, lançamos nossas formações em Acompanhante Escolar (AE) e Profissional de Apoio Escolar (PAE), desenvolvidas para atender às demandas reais

das escolas, das redes de ensino e dos profissionais que atuam com inclusão.


📅 Lançamento oficial: 26 de janeiro


As formações foram estruturadas para apoiar:

  • profissionais que desejam atuar com segurança e responsabilidade

  • escolas que buscam fortalecer sua política de inclusão

  • gestões que entendem que inclusão exige preparo e decisão institucional


Inclusão se constrói com estrutura, não com improviso


O dado de que 45,5% dos alunos que precisam de atendimento especial não contam com esse recurso na escola não fala sobre falta de intenção.


Ele revela a ausência de estrutura, formação e planejamento.


Investir em formação é investir em inclusão sustentável, em trajetórias escolares mais justas e em uma escola que realmente atenda à diversidade dos seus alunos.👉


Para saber mais sobre as formações em AE e PAE, acesse linktr.ee/TEAlliance 



 
 
 

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