Burnout docente em 2025: como a formação de AE e PAE impacta a saúde emocional nas escolas?
- Flavia Krieger
- 2 de jan.
- 2 min de leitura

O burnout entre profissionais da educação deixou de ser um tema periférico e passou a ocupar o centro das discussões sobre qualidade pedagógica, gestão escolar e sustentabilidade institucional.
Em 2025, quase metade dos educadores apresentou sintomas moderados a graves de esgotamento emocional, um dado que exige mais do que atenção: exige ação estratégica.
Neste cenário, a formação qualificada de Acompanhantes Escolares (AE) e Profissionais de Apoio Escolar (PAE) surge como um dos caminhos mais consistentes para reorganizar a rotina em sala de aula, reduzir a sobrecarga docente e fortalecer práticas inclusivas.
O que é burnout docente e por que ele cresce?
O burnout é caracterizado por exaustão emocional, sensação de ineficácia e distanciamento afetivo do trabalho.
No contexto escolar, ele costuma estar associado a fatores como:
Excesso de demandas simultâneas em sala de aula
Falta de apoio para manejo comportamental
Pressão por resultados sem estrutura adequada
Inclusão escolar sem suporte técnico suficiente
Quando essas variáveis se acumulam, o impacto vai além do professor: afeta alunos, equipes pedagógicas e a cultura institucional da escola.
Inclusão escolar sem apoio gera sobrecarga!
A inclusão é um compromisso pedagógico, ético e legal. No entanto, quando realizada sem profissionais preparados para apoiar o processo, ela pode ampliar a sobrecarga do docente.
É nesse ponto que AE e PAE desempenham um papel essencial.
Quando bem formados, esses profissionais contribuem para:
Organização da rotina e das atividades pedagógicas
Acompanhamento individual do aluno
Manejo comportamental alinhado à proposta da escola
Redução de interrupções constantes em sala de aula
O resultado é um ambiente mais previsível, funcional e emocionalmente saudável para todos.
A importância da formação de AE e PAE.
Não basta inserir profissionais de apoio no contexto escolar. É a formação específica que garante atuação segura, intencional e alinhada à prática pedagógica.
Formações estruturadas para AE e PAE impactam diretamente:
A qualidade do acompanhamento ao aluno
A integração com o professor regente
A fluidez da rotina em sala de aula
A diminuição da sobrecarga emocional do docente
Quando cada profissional compreende seu papel, limites e responsabilidades, o trabalho deixa de ser improvisado e passa a ser estratégico.
Formação como estratégia de gestão escolar.
Investir em formação não é apenas uma decisão pedagógica — é uma decisão de gestão.
Escolas que priorizam equipes capacitadas conseguem:
Reduzir o absenteísmo docente
Aumentar a previsibilidade do cotidiano escolar
Fortalecer a cultura de cuidado institucional
Sustentar práticas inclusivas no longo prazo
Cuidar de quem educa é cuidar da própria escola.
Preparar 2026 começa agora!
Diante de um cenário de esgotamento crescente, pensar em 2026 exige planejamento, prevenção e escolhas conscientes.
A formação de AE e PAE é parte fundamental dessa construção.
Instituições que desejam fazer diferente precisam ir além do discurso e investir em soluções que organizam, apoiam e protegem suas equipes.
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Fonte: UFPR / IPSE



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