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Burnout docente em 2025: como a formação de AE e PAE impacta a saúde emocional nas escolas?


O burnout entre profissionais da educação deixou de ser um tema periférico e passou a ocupar o centro das discussões sobre qualidade pedagógica, gestão escolar e sustentabilidade institucional.


Em 2025, quase metade dos educadores apresentou sintomas moderados a graves de esgotamento emocional, um dado que exige mais do que atenção: exige ação estratégica.


Neste cenário, a formação qualificada de Acompanhantes Escolares (AE) e Profissionais de Apoio Escolar (PAE) surge como um dos caminhos mais consistentes para reorganizar a rotina em sala de aula, reduzir a sobrecarga docente e fortalecer práticas inclusivas.


O que é burnout docente e por que ele cresce?


O burnout é caracterizado por exaustão emocional, sensação de ineficácia e distanciamento afetivo do trabalho.


No contexto escolar, ele costuma estar associado a fatores como:

  • Excesso de demandas simultâneas em sala de aula

  • Falta de apoio para manejo comportamental

  • Pressão por resultados sem estrutura adequada

  • Inclusão escolar sem suporte técnico suficiente


Quando essas variáveis se acumulam, o impacto vai além do professor: afeta alunos, equipes pedagógicas e a cultura institucional da escola.


Inclusão escolar sem apoio gera sobrecarga!


A inclusão é um compromisso pedagógico, ético e legal. No entanto, quando realizada sem profissionais preparados para apoiar o processo, ela pode ampliar a sobrecarga do docente.


É nesse ponto que AE e PAE desempenham um papel essencial.


Quando bem formados, esses profissionais contribuem para:

  • Organização da rotina e das atividades pedagógicas

  • Acompanhamento individual do aluno

  • Manejo comportamental alinhado à proposta da escola

  • Redução de interrupções constantes em sala de aula


O resultado é um ambiente mais previsível, funcional e emocionalmente saudável para todos.


A importância da formação de AE e PAE.


Não basta inserir profissionais de apoio no contexto escolar. É a formação específica que garante atuação segura, intencional e alinhada à prática pedagógica.


Formações estruturadas para AE e PAE impactam diretamente:

  • A qualidade do acompanhamento ao aluno

  • A integração com o professor regente

  • A fluidez da rotina em sala de aula

  • A diminuição da sobrecarga emocional do docente


Quando cada profissional compreende seu papel, limites e responsabilidades, o trabalho deixa de ser improvisado e passa a ser estratégico.


Formação como estratégia de gestão escolar.


Investir em formação não é apenas uma decisão pedagógica — é uma decisão de gestão.


Escolas que priorizam equipes capacitadas conseguem:

  • Reduzir o absenteísmo docente

  • Aumentar a previsibilidade do cotidiano escolar

  • Fortalecer a cultura de cuidado institucional

  • Sustentar práticas inclusivas no longo prazo


Cuidar de quem educa é cuidar da própria escola.


Preparar 2026 começa agora!


Diante de um cenário de esgotamento crescente, pensar em 2026 exige planejamento, prevenção e escolhas conscientes.


A formação de AE e PAE é parte fundamental dessa construção.


Instituições que desejam fazer diferente precisam ir além do discurso e investir em soluções que organizam, apoiam e protegem suas equipes.


👉 Conheça as formações da TEAlliance e fortaleça sua escola para um futuro mais equilibrado, inclusivo e sustentável.



Fonte: UFPR / IPSE



 
 
 

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